doughdeer:

tehe

EDIT: É um pokémon isso daí, sério, é o Wooper #MomentoGeek

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gifs slipknot \o/

Give me a sign, give a banner, give me a cause, give me a life…

Give me a sign, give a banner, give me a cause, give me a life…

tuih
        Im not like them, but i can pretend…

tuih

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tuih:

#Fato

EDIT: é isso oq me mantém aqui.

tuih:

#Fato

EDIT: é isso oq me mantém aqui.

O garoto vazio.

Era uma vez um baú cheio e um baú vazio. E se eu dissesse que esses dois baús eram na verdade dois garotos perdidos em um tempo que não se sabe se já passou ou se ainda vai passar. Os dois estavam perdidos em um deserto misterioso, onde nunca faz sol, eles andavam, andavam e andavam mais, nem sinal de casas, animais, vida…Enquanto andavam, avistaram um clarão no horizonte, e cheios de alegria os dois jovens correram com ânimo em direção à luz, se não estivessem tão desesperados, teriam logo percebido que era somente um relâmpago.Continuaram correndo, até que quando subiram certa duna, viram ao longe a torre de um castelo. Eles estavam cansados demais para continuar, então montaram acampamento para dormir até acordarem, pois não acho correto falar que dormiram a noite inteira se quando acordaram ainda era noite. Durante o sono pensaram ouvirem uma voz dizendo “Venha garoto vazio, venha até a sua preciosa luz”. Ao acordar não hesitaram, foram correndo para o castelo brilhante, não ligaram para a voz, seja boa ou ruim não tinham escolha a não ser segui-la. Quanto mais avançavam na noite, maior ficava o palácio, aos poucos ele se mostrou construído em estilo grego, depois começaram a surgir pequenos pontos prateados que ocultavam a base do palácio, nas nuvens de pontos prateados havia também pontos dourados, andaram um pouco mais e descobriram que embaixo deles havia um objeto grande e grosso que parecia ser feito de bronze.Na verdade, os pontos prateados eram folhas de prata, os pontos dourados eram frutos de ouro, e o estranho objeto era um tronco de bronze. Os meninos maravilhados com árvores tão magníficas resolveram provar os frutos, então a mesma voz os alertou: “Não, estes frutos não são comestíveis, haverá muito mais comida aqui dentro!”.Eles andaram pela floresta de metal até chegarem aos portões do palácio, que por sua vez se abriram levemente para uma hall com portas , escadarias, e corredores que levavam para inúmeros aposentos, então novamente falou a voz: “Venham para ser recebidos, peguem qualquer caminho e qualquer escada, e não parem, sigam sempre as escadas, não se desviem, sigam sempre pela mesma escada e chegarão até mim.”. Para vocês pode parecer tolice, mas no estado de fome e desespero em que eles se encontravam, nada seria tolice. Depois de subirem incontáveis degraus, chegaram a uma sala circular com um trono no meio, e nos trono se sentava uma estátua de ouro imitando um rei grego. “Bem vindos ao meu palácio, vocês devem estar se perguntando onde estou, estou bem na sua frente. Eu um dia fui o rei Midas, o rei com toque de ouro, eu transformei tudo em ouro, toda a comida que eu tocava, todas as cadeiras que sentavam, até minha filha, e finalmente, até eu mesmo fui transformado em ouro, mas infelizmente, minha consciência permanece, mas não completamente presa ao meu corpo como podem ver, mas meu corpo não responde mais às minhas ordens. O tempo passou, o sol que eu conhecia morreu, ou pelo menos não brilha mais aqui onde estou, todo meu reino se transformou em areia, tudo foi devorado pelo tempo, assim como eu fui devorado pela ganância. ” “Sentimos muito pelo senhor, pobre rei, se houver algo que possamos fazer, nós faremos, desde que em troca nos de comida e abrigo.”. “Há, então estamos falando a mesma língua, eu oferecerei abrigo e comida para vocês.” Então oque deveremos fazer para ajuda-lo senhor?” Falou o menino vazio. “Venha, chegue mais perto, garoto, então eu te contarei oque fazer.” Então o garoto vazio se aproximou e ouviu o rei falar: “Venha garoto, venha buscar sua preciosa luz.”

O anel, o caçador, e o cavalheiro. (Baseado em “O senhor dos anéis”)

Era uma vez um anel de trevas. Vocês já ouviram esta história, o Um anel que governaria todos os outros, o anel do Senhor do escuro. Não, não é deste anel que falo agora, é de um anel indomado cujo entre suas bordas à o vácuo que abriga todas as trevas, o anel que pode engolir realidades, o anel do Fim. Era uma vez nos ermos esquecidos, um jovem elfo que dizia caçar as trevas, onde havia notícia de Nunca-nascidos, demônios e criaturas proibidas de andar pelos mundos banhados pela luz.Certo dia, um estranho rumor chegou até ele falando de um anel que continha as trevas dentro de si, e que aprisionava todos os que o usavam. Naturalmente o Caçador-de-trevas não foi o único a saber do anel, havia um cavaleiro negro que não se sabia à qual tribo pertencia pois seu rosto nunca foi visto, ele usava uma estranha armadura negra com grandes espinhos de ébano saindo de seu ombro direito, a armadura não continha nenhuma gema, e dava a impressão de que fora derretida muitas vezes, assim formando saliências e declives por todo lugar, as perneiras não eram diferente, a única peça que diferenciava do resto era o elmo em que linhas douradas marcavam a viseira.
Enquanto o tempo passava, a cruzada em busca do anel continuava continuava, até que em uma noite de inverno os dois foram atraídos um lago profundo onde o anel dormia sobre suas águas congeladas. O caçador se esgueirou pelas sombras enquanto o cavaleiro cavalgava sobre um cavalo esqueletal rumo ao lago congelado. Os dois se avistaram, um de cada lado da margem, e assim que seus olhares se encotraram, souberam que um e somente um dos dois poderia ser o portador do anel nesta realidade. O caçador, que conseguia ser mais leve que o vento quando precisava, caminhou lentamente sobre a água congelada. Iluminado pela luz das luas gêmeas, o caçador notou que a água estava estranhamente negra, ele pode sentir o anel dormindo
o embaixo dele, e talvez até ouvir o resmungo dos mundos dentro do anel. O cavaleiro também podia sentir o anel, mas sabia que o gelo não poderia suportar o peso de eras que ele carregava dentro de si. E o ele esperava como um abutre aguardando para se deliciar com carniça de um animal morto, seus olhos, se é que ele tinha olhos, seguiam o caçador enquanto ele corria silenciosamente pela superfície do lago congelado, quando o caçador chegasse no coração do lago, a espada de ébano do cavaleiro negro cairia sobre o lago, ao mesmo tempo quebrando o gelo com o pesar das almas que a espada ceifou, e derretendo o gelo com o calor dos corações aprisionados dentro de si. Em fim, o tão esperado momento chegou.
O cavaleiro saltou desembainhando sua espada longa como sua vida e a cravando no meio do lago que se rompeu, então a misteriosa escuridão que repousava embaixo do gelo engoliu os dois, então, os dois nêmesis se confrontaram dentro das trevas, enquanto lutavam o cenário mudava, hora em um glacial, hora em um navio, e assim suas armas dançavam pelos mundos consumidos pelo anel, até que o cavaleiro cometeu um ato de tolice, ele saltou para desferir um golpe mortal com sua espada, quando a espada estava alcançando o caçador, este deu uma pirueta para o lado, e a terminou cravando sua adaga nas costas do cavaleiro, que se derreteu em trevas. Por um momento, o caçador pode se deliciar com o som do silêncio, então ele ouviu uma voz enigmática, profunda, e ao mesmo tempo jovem; “Muito bem, chave, você finalmente conseguiu desencadear o poder do anel, para que ele finalmente traga seu mundo ao esquecimento, para que ele durma nas trevas dando espaço para um novo mundo florecer.”

A porta.

Eu estava sozinho em meu quarto com uma caixa em forma de coração. Eu a abro e vejo nada além de uma luz, enorme, uma luz inapagável, uma luz que ofusca o brilho das estrelas. Ela parece brilhar forte, quente mas está fria, á luz do por-do sol, a luz de um dia que está morrendo, a luz diminui e dentro da caixa há uma chave negra como a noite, extremamente simples, mas poderosa. A magia está na simplicidade, a chave é perfeita, simples mas perfeita, ela é fria como a imensidão negra que se estende além da porta que ela destranca. O sol poente na janela projeta minha sombra contra a parede oposta. Minha sombra se condensa, se ergue, formando uma porta na parede, uma porta que guarda os segredos, uma porta que só pode ser destrancada pela chave que estava em meu coração. Chego perto, a porta poderia ser uma porta qualquer, que levasse até o armário, ou a cozinha, ou qualquer outro lugar, mas não é. A chave entra no buraco da fechadura, eu a giro e ouço o som da porta se destrancando, o som do mecanismo primordial chamado vida, ela gira perfeitamente na fechadura, e ouço o som da porta se destrancando, todas as respostas estão atrás dela. Eu giro a maçaneta como se fosse o ato mais comum do mundo, e de certa forma, é o ato mais comum do mundo, o ser humano buscando respostas. A porta se abriu, sinto o vento primordial, o Ether, atrás da porta primeiro vejo só uma escuridão total, como se a simples idéia de luz fosse um total absurdo, é apavorante, então começam a surgir estrelas e mais estrelas, então aparecem os planetas, vejo a vida surgir, vejo a vida se desenvolver, tanto conhecimento, tantas informações, vejo todos os mistérios da vida, vejo o universo pelo menos parecer perder a simplicidade, é muita coisa, é muito grande, eu quero parar, quero muito que tudo isso simplismente pare, quero esquecer quero morrer, quero que voltar a lugares que eu possa compreender, quero que haja alguma luz naquela imensidão que apesar de abrigar infinitas estrelas, ainda é negra. Então como se obedecendo ao meu desejo, uma luz forte aparece no horizonte, não a luz de estrelas, mas a verdadeira luz, ela começa a aumentar, se tornar mais forte, se aproximar, mas a luz começa a ficar forte demais, como a luz na caixa, chega cada-vez mais perto, quero que pare, não quero a imensidão escura de novo, mas muito menos quero aquilo. A luz logo ocupa toda minha vista, todos meus pensamentos, como se absorvendo minha essência, queria realmente morrer, então aparece a silhoueta de um homem, negra, contrastando com a luz, ele se aproxima, e vejo; Nada é real, nada além dele.

tuih:

Nyan cat Yeeeeeeee e.e’

EDIT: OUTRO NYAN CATTTEEEEE

tuih:

Nyan cat Yeeeeeeee e.e’

EDIT: OUTRO NYAN CATTTEEEEE

tuih:

Pooooop staaaaar!

EDIT: NYAAAAN CATTEEEEE

tuih:

Pooooop staaaaar!

EDIT: NYAAAAN CATTEEEEE

tuih:

to revolts igual esse panda hj —’
EDIT: to assim agra q to sem face(por isso to usando tumblr)

tuih:

to revolts igual esse panda hj —’

EDIT: to assim agra q to sem face(por isso to usando tumblr)

zombie walk! como curitiba n tem Carnaval tem zombie walk, eu nem precisei de fantasia, sô feio como um zombi mesmo!

D-O-M-O… DOOOOOOOOOOOMOOOOOOOOOOOOOOOO

D-O-M-O… DOOOOOOOOOOOMOOOOOOOOOOOOOOOO